De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive)
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Vinicius de Moraes. Livros de letras. Cia. Das Letras).
domingo, 23 de janeiro de 2011
O Tempo e o Amor
Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba.
Atreve-se o tempo a colunas de mármore quanto mais a corações de cera!
São as feições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito.
São como as linhas, que partem do centro para a circunferência, que quanto mais continuadas, tanto menos unidas.
Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho.
De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo.
Afrouxa-lhe o arco com que já não atira; embota-lhe a seta, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com que vê o que não via; faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge.
A razão natural de toda essa diferença é, porque o tempo tira a novidade às cousas: descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas.
Gasta-se o ferro com o uso quanto mais o amor! O mesmo amar é causa de não amar, e o ter amado muito, de amar menos.
(Sermões)
Atreve-se o tempo a colunas de mármore quanto mais a corações de cera!
São as feições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito.
São como as linhas, que partem do centro para a circunferência, que quanto mais continuadas, tanto menos unidas.
Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho.
De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo.
Afrouxa-lhe o arco com que já não atira; embota-lhe a seta, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com que vê o que não via; faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge.
A razão natural de toda essa diferença é, porque o tempo tira a novidade às cousas: descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas.
Gasta-se o ferro com o uso quanto mais o amor! O mesmo amar é causa de não amar, e o ter amado muito, de amar menos.
(Sermões)
Como se tratar a grosseria
O colunista Sidney Harris acompanhava um amigo à banca de jornal.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, ma como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sidney sorriu atenciosamente e desejou a o jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com essa grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou!
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir!
Nós somos nossos "próprios donos".
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros!
Não são os ambientes que nos transformam, e sim nós que transformamos os ambientes.
Ninguém pode estragar o seu dia a menos que você permita!
Pense nisso!!!
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, ma como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Sidney sorriu atenciosamente e desejou a o jornaleiro um bom final de semana.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
- Ele sempre te trata com essa grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou!
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir!
Nós somos nossos "próprios donos".
Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à mercê do mal humor, da mesquinharia, da impaciência e da raiva dos outros!
Não são os ambientes que nos transformam, e sim nós que transformamos os ambientes.
Ninguém pode estragar o seu dia a menos que você permita!
Pense nisso!!!
domingo, 21 de setembro de 2008

Essa noite me pergunto, por que me procurou
Veio somente tocar a ferida que fechou
Já te falei e te repito, tudo mudou
Não vim pra ser só mais um, ou aquele que sobrou
Porque você mentiu , dizendo que estava com saudade?
Isso só me mostra quem você é de verdade
Quero que seja feliz, e não faça-me chorar
Encontre uma pessoa que realmente irá amar
Por favor, nõa me procure mais
Estou tentando te esquecer e viver em paz
Eu te odeio e te amo ao mesmo tempo
Mas dessa eu vou sair e acabar com o sofrimento...
sábado, 26 de julho de 2008
Viva a vida...
Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz brando, dizia:
- "Por favor, ajude-me, sou cego"
Um publicitário parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz e o giz, escreveu um outro anúncio e foi embora.
Mais tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego. Agora seu boné estava cheio de moedas.
O cego reconheceu as pegadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário disse:
- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras!
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
- "HOJE É PRIMAVERA EM PARIS E EU NÃO POSSO VÊ-LA"
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
- "Por favor, ajude-me, sou cego"
Um publicitário parou e viu umas poucas moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou o cartaz e o giz, escreveu um outro anúncio e foi embora.
Mais tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego. Agora seu boné estava cheio de moedas.
O cego reconheceu as pegadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário disse:
- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras!
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
- "HOJE É PRIMAVERA EM PARIS E EU NÃO POSSO VÊ-LA"
"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
Amizade!
Joel chega em casa e diz a sua mãe:
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo?
- Ele está doente!
A mãe ouvindo o pedido do filho:
- Claro, mas o que ele tem?
O filho com a cabeça baixa diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz:
- E você quer ir lá pra que? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai.
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe com raiva:
- E agora? Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma ultima lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
- "EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!"
A amizade não se resume em horas boas, alegria e festa.
Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS ! O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO !
- Mãe, posso ir ao hospital ver meu amigo?
- Ele está doente!
A mãe ouvindo o pedido do filho:
- Claro, mas o que ele tem?
O filho com a cabeça baixa diz:
- Tumor no cérebro.
A mãe, furiosa, diz:
- E você quer ir lá pra que? Vê-lo morrer?
O filho lhe dá as costas e vai.
Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar, dizendo:
- Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente!
A mãe com raiva:
- E agora? Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?!
Uma ultima lágrima cai de seus olhos e, acompanhado de um sorriso, ele diz:
- Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer:
- "EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!"
A amizade não se resume em horas boas, alegria e festa.
Amigo é para todas as horas, boas ou ruins, tristes ou alegres.
CONSERVEM SEUS AMIGOS ! O VALOR QUE ELES TÊM NÃO TEM PREÇO !
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